Visando o resgate e uma maior divulgação das línguas indígenas e colaborando com a decisão na Assembleia Geral da ONU, definida por intermédio da UNESCO de tornar o ano de 2019 o Ano Internacional das Línguas Indígenas, os sócios do Clube de Mídia da Casa de Eugênia (Salvador/BA) elaboraram trabalho de pesquisa de algumas línguas indígenas. Das dezesseis etnias existentes atualmente na Bahia (Atikum, Kaimbé, Kantaruré, Kariri-Xocó, Kiriri, Payayá, Pankararé, Pankarú, Pataxó Hãhãhãe, Pataxó, Truká, Tumbalalá, Tupinambá, Tuxá, Xacriabá e Xukuru-Kariri) apenas algumas foram objeto da pesquisa, exatamente pela dificuldade de conseguir material.

O grupo foi dividido em equipes, que pesquisaram e coletaram cinco palavras que acharam de relevância. Após a escolha, confeccionaram cartazes que foram distribuídos pela Casa de Eugênia para que todos visualizassem e percebessem que algumas das línguas indígenas apresentadas estão em extinção e com a língua, todo o conhecimento, a história e o legado daquele povo.


“(…)Entendemos que essa diversidade linguística e cultural é uma riqueza que precisa ser melhor conhecida, documentada e preservada. Pois ao perder uma língua também perdemos os conhecimentos incorporados àquela língua, inclusive conhecimentos culturais, ecológicos, indícios sobre a pré-história humana, informações sobre as estruturas e funções das línguas humanas de modo geral. Precisamos reconhecer que para qualquer povo – do mais ao menos numeroso – a língua representa um elemento vital; sua morte é uma perda irrecuperável. Acima de tudo, a valorização e preservação das línguas é um direito universal que devemos reconhecer e defender.(…)”

Fonte: http://prodoclin.museudoindio.gov.br/index.php/conheca-as-linguas-indigenas-no-brasil/a-importancia-das-linguas-indigenas

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