Olhar para a realidade com “olhos de ver” fez com que os curumins da Casa de Timóteo (etnias macuxi e wapixana) junto aos refugiados venezuelanos realizassem neste “Dia do Índio” diversas práticas educativas junto ao Clubinho do Jacaré Poió. Os jogos indígena (corrida de tora, atirar lanças, dentre outras modalidades) tornaram o dia mais alegre e cheio de cultura pois não faltaram atividades ligadas à culinária indígena, danças típicas , pinturas tribais e seus significados e a construção de uma moradia tradicional indígena.

“Os povos indígenas que habitam o estado de Roraima hoje são falantes de quatro famílias linguísticas diferentes: Caribe, Tupi, Ianomâmi e Aruak.  O estado possui um total de 30 terras indígenas, entre homologadas e registradas. Os povos indígenas que vivem no estado de Roraima são: Ianomâmis,  Makuxi , Wapixana , Taurepang , Wai Wai, Waimiri Atroari,  Ingarikó, Yekuana, Hixkaryana e os Patomona. Distribuídos entre as terras de  Roraima, Pará, Amazonas, Amapá, Guiana e Venezuela, estes povos carregam as marcas do convívio danoso com garimpeiros, senhores de terras, grandes agricultores e mineradores que, além da degradação ambiental das terras indígenas,  aumenta consideravelmente problemas como a prostituição e proliferação de DST (doenças sexualmente transmissíveis) entre os indígenas.  A própria degradação ambiental também provoca uma maior incidência da malária na região.”(Fonte: http://www.trilhasdeconhecimentos.etc.br/roraima/populacao_indigena.htm)

 

 

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