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Casa de Cirilo

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Supervisor

Maria Eunice Pereira

História da Casa de Cirilo

No meado de 1971, a Sr.Maria Henriqueta Göpfert Pinto, da cidade de Caçapava (SP), escrevia à sua filha Betty, radicada no Rio de Janeiro havia quase vinte (20) anos, uma carta em que lembrava o caso da Sra. Josefina Lopes, sua vizinha, que desde jovem sofria privações, agravadas nos últimos anos em razão da doença do esposo, de 2 filhos, e da presença de netos pequenos em casa. Sondava ainda se não seria possível dar-lhe apoio e consolação através do LFC.

Como o Diretor-Presidente do LAR tivesse sido também, quando moço, vizinho daquela sra., Betty submeteu-lhe à consideração a carta de sua mãe. Ele, de pronto, mandou a D. Josefina determinada quantia, através de pessoa conhecida, e ficou de renovar periodicamente o benefício.

E começou a pensar que aquela cidade, palco de seus primeiros esforços no Exército, como cabo e sargento, localidade a que ele se afeiçoara, era habitada por muitas famílias carentes, como pudera observar por diversas vezes. Veio-lhe a idéia de amparar essas pessoas, com uma Unidade de Promoção de 3a. faixa do LAR FABIANO DE CRISTO.

Telefonou então a seu cunhado, o Sr. Ademar Pinto de Siqueira, dono de uma farmácia naquela cidade, pessoa muito benquista por todos, pedindo-lhe que reunisse alguns confrades espíritas para um encontro com ele, Cel. Rolemberg, e que marcasse o dia para tal.

Foi assim que, em 02/10/71, no Centro Espírita “A Fé pela Razão”, o segundo mais antigo da cidade, teve lugar a primeira reunião com a finalidade de organizar mais uma Unidade de Promoção Integral-UPI do LAR. Em 05/12/71 o Cel. Rolemberg voltava lá, com Divaldo Pereira Franco. No mesmo Centro Espírita, após a conferência proferida por este, foi lançada a ideia de dar àquela nova , por patrono, um cacapavense já desencarnado – Cirilo Pinto. O Cel. Rolemberg deu as explicações julgadas necessárias e colocou o assunto em discussão A família de Cirilo foi contra, mas, através de votos, a ideia acabou aprovada por grande maioria.

Ainda nesse dia foram levados do Rio os gêneros alimentícios. E a equipe da UPI Iracema, comandada pela sua coordenadora, D. Elza P. de Siqueira Lima, realizou a primeira Distribuição. A viúva Semíramis e seus filhos foram os apoios mais francos no começo do trabalho. A primeira família inscrita foi a de D. Josefina.

As Distribuições continuaram no Centro Espírita, até que, não cabendo mais ali as famílias atendidas, por serem então bem mais numerosas, nem sendo possível construir, de imediato, a sede própria da UPI Cirilo, foi decidido alugar um imóvel. Escolheu-se, por ser conveniente, a unidade em que durante mais de 31 anos residira o patrono-à R. Dom Pedro II, 45, na qual também passaram a residir as funcionárias oriundas de fora. Naquela simples residência, após as indispensáveis adaptações, realizaram-se todas as atividades básicas de uma UPI desde 04/07/72 até 11/01/74 (pois no dia seguinte eram inauguradas as instalações definitivas, em centro de grande terreno, no qual são cultivadas árvores, jardim e horta, à Rua António dos Santos, 123) .

A UPI pode atender a grande número de famílias e é uma das maiores e mais belas do Lar Fabiano de Cristo. Seus primeiros funcionários foram Zilma das Graças Motta (Supervisora), Ana Maria de Carvalho e Minam Lisboa Teixeira.

Onde fica

Antonio dos Santos, 123 – Vila Santos – Caçapava/SP – CEP: 12280-000


(12) 3653-2259 e (12) 3653-2258

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